Destaque, Geral

PRESIDENTE DA ASFETO VISITA DELEGADO DE GURUPI

FOTO-MARCOS-X-WANDERLEY-GURUPINa manha de terça feira, 19, o Diretor Presidente da ASFETO, Wanderley Nunes Noleto, visitou o Delegado Regional de Gurupi, Marcos Antonio Maciel Cardoso, recentemente empossado no cargo, que também é Vice-Presidente de nossa Associação.

No encontro Marcos expôs sua satisfação de trabalhar numa importante regional que possui um quadro de Auditores Fiscais competentes e comprometidos com o trabalho.

Deste modo, mesmo no cenário atual de dificuldades  dado ao enfrentamento e medidas do COVID-19, os Auditores desta regional tem contribuindo juntamente com os demais Auditores Fiscais do Estado para  o atingimento de metas mensais estipuladas pela Secretaria da Fazenda e Planejamento e que fará uma gestão com a participação de todos servidores da Delegacia, informou o Delegado.

Na oportunidade, O presidente da ASFETO parabenizou o Delegado Marcos e desejou votos de sucesso neste novo mister e desafio assumido, ressaltando a dedicação e empenho destes profissionais Auditores que laboram em toda regional, incluído aí os postos fiscais e comandos volantes, supervisores fiscais, as atividades internas e de auditoria e todos servidores administrativos que com quadro reduzido por conta do afastamento temporário de Auditores do grupo de risco do Coronavirus(estes  trabalhando home office) tem desempenhado suas funções com seriedade, competência e muita responsabilidade.

3 Opiniões

  1. claudio murilo

    Endosso o que o Antonio está falando e acrescento uma celebre frase que se seguida a risca não tem como errar ‘fisco não é despesa é receita, investimento seguro e sem atropelos, parabens a todos nós e a asfeto.

  2. Antônio Geraldo

    Realmente é muito justificada e valiosa uma deferência ao quadro e equipe de de auditores fiscais do pujante estado do Tocantins, os quais existe laço inseparável e estritamente forte desde 1994,bilateral,intrínseco,indivisível. “A SEFAZ é o estado”. Aos olhos dos que têm visão ampla e cristalina ,correta ,técnica,com auspiciosidade ,é indubitável que a deferência da matéria,também à equipe de trânsito (postos fiscais,comandos volantes,supervisões ,gerências e chefias envolvidas ) é justa,haja visto que a importância da fiscalização de trânsito é antes de tudo e muito mais que para aumentar a arrecadação ,porém,além disso,tem primordialmente o papel de não deixar a arrecadação cair,a sonegação e informalidade,ilegalidade e injustiça social consequente ,crescerem,e quem tem boa anslise(“ visão “ )do tema social tributário consegue enxergar isso. A fiscalização ,de trânsito ou auditoria , é de tal comprometimento com o estado,que desde 1994 vimos crescimento exponencial da arrecadação ,aos trancos e barrancos, nos riscos e impactos ,sob o suor e dedicação da fiscalização,que agora devido a um histórico tão rico e vinculado a história do próprio estado ,se vê com uma imensa bagagem,competência e trato com a coisa,que ,para sobrepujar ,seriam necessários anos e anos de alto custo para o estado ,caso abrisse mão de valorizar e priorizar tal competência em uma esfera tam abrangente para as finanças do estado.Essa equipe,mesmo
    com a pandemia ,se expondo em postos fiscais,por exemplo,como a equipe de trânsito ,consegue evitar uma sangria maior, estancando em boa parte mesmo assim,mesmo com redução do quadro,e esta mesma equipe de trânsito (postos ,….),aliada a colegas da pasta,certamente formam e tem um futuro promissor de ,além de continuar mantendo estanque a sangria,que nunca cessa de querer ocorrer em grande volume,devido a gula e sede de gananciosos sonegadores intencionais ,algozes dos direitos sociais , ainda buscar de forma processual administrativa ,via auditoria ,incremento na arrecadação ,via ação fiscal,juntamente com o trabalho de campo (trânsito ). E ambas,podem ser a catapulta ,o fomento ,para que com o crescimento futuro da economia,a mesma se veja encaminhada,acompanhada pelos vigias tributários do estado,a se reverter na parte que cabe,legalmente,em forma de tributos , de forma espontânea também.
    Assim cono desde 1994 a presença de auditores implantou a cultura de obrigação fiscal,e assim ano a ano se viu a arrecadação criar estruturas e aumentar esplendidamente , o inverso também vale,e uma tomada de rumos contrária a validação e apoio a fiscalização,de trânsito,no caso,estabelece uma cultura inversa,enraigs assim,e ano a ano se verá um freio,um retardo no crescimento tributário ,o que levará a um longo tempo de recuperação após se constatar esse efeito negativo,caso o foco do trânsito fosse eventualmente desviado ara outras áreas. Sob todos os aspectos ,entao ,percebo que o ideal é ação em frentes distintas,integradas.
    A tempo: o trânsito,trabalha também em tempo real em parceria com polícias,órgãos ambientais,sanitários,….etc,detectando in loco,em tempo de ação /ocorrência,infratores que jamais seriam vistos ou coibidos,senão sob a presença e os olhos dos auditores de campo.(Vide matéria recente sobre grande retenção e cobrança de aguardente 51,etc, que era transportada de forma fraudulenta e lesiva ao estado,e muitas outras ações fiscais semelhantes ).Lembremos que o Tocantins é um estado que liga vários outros,muitos crimes e situações transitam em estradas,e abordagens fiscais levam a situações policiais,por exemplo. Também ressalto que o Tocantins ,tem vocação e grande potencial agropecuário ,e sendo assim,gerações de riquezas e produções difusas,espalhadas ao longo de seu território,e um relaxamento de trânsito encima dos maus contribuintes,ou mesmo dos que são sonegadores,afetaria toda essa esfera tributária. Ressalto ainda mais o seguinte : um modernização ,como informática,subsidiando a trabalho de trânsito,permite este “invadir “a esfera contábil,…, fazendo buscas e análises, e assim eu incrementar muito mais ainda os resultados fiscais,como coibir omissos,e fomentar resultados sobre dividendos econômicos ao estado ,que se Deus quiser começará a crescer novamente,tão logo passe essa maldita pandemia de covid-19.
    Por fim,parabenizo a matéria do site ,por deixar claro a importância da fiscalização ,seja ela de trânsito,seja ela interna ou em auditoria.

  3. Sérgio Rocha Lima

    Bom dia, Wanderley e Marcos. Conhecendo que a asfeto é notoriamente dirigida por pessoas de competências inquestionáveis, tenho convicção de que o delegado Marcos fará uma excelente gestão a frente da regional de Gurupi.

Deixe uma resposta

O seu endereço de email não será publicado Campos obrigatórios são marcados *