Destaque, Geral

O RETROCESSO NO FISCO TOCANTINENSE

SEFAZ-TOA constrangedora condição de trabalho a que os Servidores do Fisco têm sido submetidos, sobretudo em razão da falta de investimentos que aprimorem as unidades fiscais e aperfeiçoem as condições de trabalho na Secretaria da Fazenda, representa uma conjuntura contra a qual a ASFETO incansavelmente tem protestado.

Apesar da adversa condição de periculosidade, insalubridade, precariedade e abandono na qual os Auditores Fiscais da Receita Estadual estão submersos no desempenho de suas atribuições no seio deste Estado, este cenário de calamidade não tem obstado o cumprimento excelente do seu desiderato, como testemunha a consecução das metas mensais estabelecidas pela Secretaria da Fazenda.

A mudança estrutural recente que enfrentou a Secretaria da Fazenda, coadunada às adequações para uma suposta redução de despesas estabelecidas pelo Governo Estadual, até onde admitem a interpretação de que são benéficas à operacionalidade da administração tributária, é um retrocesso, pois afeta a estrutura que estava dando certo e permitia o bom controle no exercício de fiscalização, auditoria e arrecadação.

No entanto, é assustadora a pretensão administrativa, desvelada na centralização da lotação dos Auditores Fiscais em Palmas, Capital, estabelecendo-se escalas estaduais, com emissão de ordens de serviço para serem cumpridas em toda a dimensão do Estado, abolindo-se as Delegacias da Receita Estadual, excluindo atribuições dos delegados e criação de cargo administrativo em sua substituição.

Com efeito, a projetada reestruturação é assombrosa e é clarividente seus prejuízos para a arrecadação estadual.

A medida não é somente contraproducente sob o prisma da arrecadação, mesmo porque está na contramão do que outros estados têm determinado quanto à atividade fiscal, marcada por bons investimentos na auditoria e fiscalização, mas é igualmente desrespeitosa com a categoria que, com excelência, tem servido à atividade fiscal no bojo deste Estado, ainda que calejada pela falta do cumprimento, por parte do Estado, de direitos tão basais dos Servidores Públicos, como por exemplo a Revisão Geral Anual e as progressões não concedidas a esta categoria desde o ano de 2015, além do equivocado e inconstitucional sub-teto que ceifa seus subsídios.

Para além de seus efeitos nefastos no cumprimento do mandamento arrecadatório, os prejuízos pessoais que as medidas acarretarão para a categoria dos Auditores são cristalinos, pois, apesar da lotação em Palmas, as escalas os farão peregrinar toda a extensão do Tocantins, o que sem dúvida representará uma extenuante e desumana rotina de trabalho, além de que, com a exclusão das Delegacias, a autonomia daqueles delegados restarão usurpadas.

No lugar de um tratamento humanizado e reflexivo de sua importância, tendo em vista a função que desempenham em favor da Administração Pública e povo tocantinense – último destinatário da arrecadação fiscal – a administração o premia com esta projeção absolutamente desarrazoada.

Os representantes da categoria fiscal, delegados e entidades representativas não foram sequer convidados para deliberações acerca desta pretensão, o que indubitavelmente serviria para o enriquecimento do debate e demonstraria boa vontade e maturidade por parte da Administração.

A ASFETO já apresentou, por exemplo, a implantação de tecnologias modernas e demais ferramentas, como geoprocessamento e sensoriamento remoto para auxilio no controle da safra e grãos, câmeras de monitoramento nos postos fiscais, fiscalização inteligente seletiva para aumento de receita. Estas, sim, medidas de baixo custo e um exemplo do que necessita o fisco estadual para seu fortalecimento e preservação de sua luta contra a evasão e sonegação fiscal  e o controle do trânsito de mercadorias, além de reformas nas unidades fixas de fiscalização.

É inadmissível a tratativa dirigida pela Administração Tributaria aos Auditores Fiscais, principal patrimônio da Secretaria da Fazenda. Na verdade, tamanha insolência nos remete os olhos à época de perseguições gratuitas amargadas em um passado não tão distante.

Cabe então um posicionamento da Secretaria da Fazenda  acerca do intento de adotar essas determinações por tratar se de mudança que nada contribui com o bom andamento da administração tributaria estadual.

No ensejo, rogamos ao Secretário da Fazenda, Sandro Armando, que afaste desta categoria a chancela de tão grande injustiça com aqueles que tem cumprido com dedicação, profissionalismo e competência o nobre exercício de fiscalização e arrecadação, os Auditores Fiscais,  convidando nossa Associação para participar dos debates atinentes à categoria para juntos construamos uma Secretaria mais justa, equânime, integrada, determinando de imediato a não adoção de tais medidas.

Assim, com reconhecimento e condecoração profissional ao Auditor Fiscal da  Receita Estadual  que seu trabalho poderá contribuir muito mais com o Estado.

Com isso, a ASFETO se posiciona frontalmente contra estas arbitrárias medidas contra a maioria da categoria fiscal demonstradas em reunião de Delegados na Sefaz na última segunda feira, 11 de fevereiro, em implementação de projeto paralelo a reestruturação que nada tem a  ver com redução de custos, sim queda na receita e na produtividade dos Auditores servindo assim de grande desestimulo a execução do trabalho e que com certeza estão iludindo o Secretário que não tem conhecimento das peculiaridades de trabalho da categoria fiscal em todo o Estado.

Á

Diretoria

43 Opiniões

  1. Armando

    Dizem que o tempo é o senhor da razão. Seu transcorrer é diretamente proporcional à aquisição de conhecimento e ao amadurecimento. O decurso cronológico guarda também como característica o dom de pacificação das convivências conflituosas por interesses antagônicos.
    As recentes medidas adotadas pela atual gestão da SEFAZ/TO revelam-se descabidas e fomentante de insurgências por parte de uma significativa parte do funcionalismo público tocantinense compreendida pelo fisco estadual.
    Decorridos 25 anos, era de se esperar uma parceria entre o estado, ente tributante, e o fisco para suprir os cofres públicos em um momento de grave crise por que passam os estados confederados, refletida na implementação de medidas consubstanciantes de ações eficazes cujo o objetivo não poderia ser outro, senão buscar no binômio executoriedade/adimplência soluções como forma de impulsionar a máquina arrecadante a funcionar como financiadora do bem comum estatal.
    Calha-nos, trazer à baila que a atual gestão tem medidas acertadas, como a que institui a cobrança do ICMS incidente sobre o transporte de soja para formação de lotes para exportação. É uma medida louvável.
    Agora: centralizar a lotação dos agentes do fisco em Palmas, mexendo com as suas programações de vida em seus mais variados aspectos, parece-nos uma medida pouco cauta e que ao invés de ajudar ao estado no íngreme caminho de financiar seus gastos, vai acirrar desnecessariamente ânimos pacificados. Já não somos uma categoria imberbe mas sim de homens maduros e picuinhas devem ficar relegadas ao pretérito.
    No momento em que impulsiono teclas para emitir a presente opinião, faço-o de uma unidade fiscal de fundamental importância estratégica, atuando como um dos principais elo entre os estados produtores do SUL/SUDESTE e o Tocantins. Refiro-me ao Posto Fiscal Serra Geral. Estamos há muito tempo trabalhando em condições insalubres. Nem por sonho isso aqui parece um órgão público. Falta iluminação, policiamento, instalações precárias, fustigados pela fedentina de ureia oriunda de urina humana, já que devido a falta de policial para coibir, os caminhoneiros fazem suas necessidades junto ao posto, mas nem por isso deixamos de exercer com hombridade e dignidade nossas atribuições, reforçando a velha assertiva de que a importância do trabalho de um homem é bem maior quando são levadas em consideração as condições sob as quais ele foi realizado.
    saudações.

  2. Depois de quase 25 anos de trabalho, É ultrajante e triste constatar que ainda estamos a mercê de medidas absurdas, desnecessárias, que caracterizam um despotismo, uma implementação de uma administração autocrática provida por seres vaidosos que deveriam se preocupar com o primordial, que é o desenvolvimento de mecanismos para a modernização da fiscalização e aumento da arrecadação.

  3. A intenção sempre antecede à ação! Evidentemente, a mobilização tem que corresponder ou superar o tamanho problema ou dificuldade apresentados. Efetivamente, não temos tido reciprocidade dos administradores em nosso afinco, dedicação ou denodo na nossa missão em arrecadar! Reciprocidade alguma, vale dizer!
    Eu perguntaria: o governador Carlesse sabe toda a desdita que temos passado? Nossas dificuldades, as perseguições que temos sido vítimas, instrumentalização decana da instituição em interesses não-institucionais? Cremos, sinceramente, que não! Todas as informações que temos dele é que seja um homem justo, correto e que não compactuaria jamais, com injustiças!
    O que que o Calado quer? Sugiro irmos incontinenti ao governador, com a urgência que o caso requer, expor com sinceridade, os erros cometidos contra a categoria, o prejuízo para a arrecadação estadual e os interesses estranhos que vicejam na mudança da estrutural fazendária em andamento.
    Ademais, creio, que próprio secretário, ouvindo somente um lado da questão não está inteiramente sabedor de todas as nuances da estrutura fiscal, que nós operadores da arrecadação sobejamente! Uma meia-verdade nunca chegará a ser completa, satisfatória, e ninguém tem o monopólio dela, ainda que esteja muito bem informado!
    Devido a esses fatos, acho que o Colega Isaque está no centro da questão, assim como todos os demais que me antecederam! Portanto vamos lançar mão de todo expediente honesto e justo para fazer chegar às autoridades citadas, os nossos mais justos reclamos!
    Vamos à luta!

  4. Isaque Cairo

    Caros Fernando Henrique, Noleto, Caio, Marcos Antônio, Santiago , Farias e demais nobres camaradas que aqui postaram suas valiosíssimas opiniões.

    Nós somos os patinhos feios da Administração Tributária faz tempo, nós ex-AFAs e ex-AGAs somos o atraso do Estado, na opinião velada ( e as vezes nem tanto ) de um pequeno grupo de equivocados servidores, estes sempre, fomentaram a discórdia e buscaram nos diminuir ao longo dos tempos , sobretudo após a unificação da carreira.

    Pois bem, nesta esquina histórica, nós precisamos tomar lugar na luta, precisamos ter lado, precisamos nos despir de vaidades tolas e da verdade que cada um de leva em seu peito.

    Só há agora um embate a ser vencido, somente juntos poderemos impedir a aberração formulada por um grupo que pouco ou nada deseja contribuir com crescimento de arrecadação, melhorias de condições de trabalho e menos ainda o bem-estar organizacional da SEFAZ.

    Não se trata de luta por espaço ou poder, trata-se de exterminar os adversários e os adversários para esse grupo, somos nós, hoje AFRE IV, padrão IV.

    Portanto, independente de fé, cor, bandeira, entidade ou qualquer valor que nos afaste, HOJE, somente juntos, VENCEREMOS a besta.

    Grande abraço !!!

  5. Sempre me coloquei a disposição da atual administração tributária, dedicando, empenhando e defendendo a mesma, sempre estarei disposto a trabalhar em prol do crescimento de nossa categoria e nossa Secretaria da Fazenda que é nossa casa, nosso segundo lar.
    Mas confesso que não tive conhecimento da amplitude e profundidade de tão grande absurdos e aberrações.
    Também sou extremamente contra as medidas que possam prejudicar colegas Auditores.Precisamos avaliar e reagir essas determinações que estão prestes a acontecer.

  6. SANTIAGO DE ALMEIDA

    Mais um absurdo contra a categoria, uma reestruturação que visa apenas centralizar nas mãos de poucos o poder decisório, isso não tem nada a ver com reestruturação, mas sim busca de poder, mesmo que a arrecadação venha a cair. Uma total irresponsabilidade de quem teve essa infeliz idéia onde o interesse pessoal sobrepõe o interesse público. Não se preocupem apenas com as escalas, etc… Porque, na verdade, o foco dessas pessoas é outro!!! Espero que dessa vez não fiquemos sentados em nossas casas, porque tanto o sindicato, quanto essa nobre associação, NÃO PODERÃO FAZER NADA SEM A NOSSA PARTICIPAÇÃO!!! É HORA DE UNIÃO E PARTICIPAÇÃO DE TODOS!!!!!

  7. O Governo e diretores da Sefaz estão tentando reestruturar a mesma desarticulando todo o processo humano que ela possui. Eles se esqueceram que a fonte de recurso de arrecadação que temos hoje é apenas uma caneta que nós levamos para o trabalho porque o que tem lá pode não funcionar. E mesmo assim a arrecadação é superada. Não precisamos de remanejamento de escalas e nem de colegas, necessitamos urgente é que o dinheiro que veio do BID se é que ainda tem, seja empregado justamente na finalidade para que veio. Os Postos Fiscais estão deteriorizado pelo tempo e pelo vendavais, sistema de informação não funciona principalmente à noite, finais de semana e feriados ; faltam auxiliar para conferência de mercadorias nos postos, serviços gerais, policias, combustíveis para monitoramento de combustíveis e empresas. Então colegas diretores e governantes vamos valorizar o capital humano que temos porque são os únicos que faça chuva ou sol estão nos seus postos de trabalho. Fazer projeto de terno e gravata em ar condicionado é muito fácil mais abordar um caminhão e autuá-lo em pleno sol é muito diferente. Que observamos a realidade atual da maioria do fisco e que a balança seja justa.

  8. Giuseppe

    Há ainda uma consideração a fazer….deve-se observar q algumas atribuições são de competência exclusiva dos agentes do fisco..não podendo ser delegadas a outrem…

  9. Clóvis Lima

    Bom dia!
    Excelente a matéria da ASFETO! Mas concordo com o colega Dílson Humberto, que bem disse , não está havendo retrocesso, na verdade, nunca avançamos. A culpa são dos diversos gestores q passaram pela nossa secretaria nesses 25 anos, raras exceções olharam pra nós, principalmente pra quem está na ponta, no campo.
    Não vejo motivo algum para a centralização de arrecadação e de pessoal em Palmas, a não ser pura e simplesmente o poder. Querem nos ter nas mãos, sob as asas deles e claro, ter o controle de nossas vidas e tb sermos objetos de chantagens e ameaças de políticos, empresários e de maus colegas q vão nos perseguir quando forem contrariados pelo exercício da nossa profissão.
    Tomemos cuidado, pois será um caminho sem volta se isso for implantado.
    Argumentam o q? Aumento de arrecadação? Diminuição de gastos? Maior eficiência? Tudo isso é balela!
    Querem nos ter nas mãos para nos controlar e nos perseguir quando não os agradamos. Aí sim, é um retrocesso!
    Já passamos por isso no passado.
    Não podemos permitir isso nunca.
    Temos q ser consultados e participar de mudanças a serem implementadas. Tudo tem q ser de forma clara e transparente, não dessa forma, na surdina e goela abaixo.
    Somos auditores fiscais concursados, já se passaram vários governadores, secretários, diretores….esses q estão aí no comando são transitórios. Eles passam e nós ficamos.
    Ou mudem a postura, e nos ouvem, ou saem eles…nós não!

  10. MANOEL ALVES DOS SANTOS

    Mudanças na estrutura da sefaz para justificar economia de gastos expondo os auditores a vulneráveis condições de trabalho? Entendo que é no mínimo uma decisão insana, impensada de quem a idealizou. Já estamos caminhando para 25 anos de serviços prestados a esse estado. A maioria como já foi citado por um colega, com mais de 50 anos de idade, e com dois, três ou mais tipos de enfermidades diferentes. Então é inconcebível aceitar que medidas como essas, sejam impostas goela abaixo, sem ao menos consultar, chamar as entidades representativas da nossa categoria. De maneira que juntos se chegasse a um pensamento de coesão onde categoria e estado fossem beneficiados. Com condições de trabalho adequadas para um bom desempenho das atividades de fiscalização. Exterminar delegacias, centralizar lotação, escalas, ordens de serviços em Palmas não trará benefício algum, só prejuízos de toda sorte. Lamentável isso.

  11. José Alberto

    É notória a absoluta falta de conhecimento acerca do que é fiscalização por parte daqueles que “pensaram” tal modelo de restauração da Se faz. O que se deveria fazer, em verdade, seria dar ao fisco condições ideais para o desenvolvimento de um trabalho mais eficaz. A nossa secretaria vem ao longo dos últimos anos passando por um verdadeiro desmonte e sucateamento das condições de trabalho. É sabido que existem inúmeras formas de se alavancar a arrecadação de modo efetivo, mas parece que o que se pretende com tal “reestruturação ” é outra coisa…

  12. Eleusa

    Também externo minha indignação diante das possíveis mudanças a serem implantadas pela Sefaz. É notório que não trará benefício algum! Só nos deixa mais descontentes ,desanimados. Essa de peregrinar pelo Estado todo!!? Mudanças somente para prejudicar a categoria? Perseguição…!
    Apesar das péssimas condições de trabalho,não deixamos de cumprir o nosso dever com dedicação e disposição para fazer o melhor. Não aceitaremos!

  13. Antônio Gonçalves Farias

    Quando estourou o problema da Polícia Cívil, eu fui o primeiro a avisar que o próximo poderia ser a nossa categoria.
    Chegou esse momento e se nós não reagirmos o rolo compressor vai passar por cima da gente.
    Seria bom o posicionamento firme de todos nós contra essas medidas arbitrárias(principalmente de todos que fazem parte da Asfeto, sem exceção).
    Em nenhum momento a nossa categoria foi consultada. Uma total falta de respeito para conosco.
    Vamos a luta ou senão só nos restará a “VIDA DE GADO”.

  14. Claudio murilo

    Como já disse o colega nilson, no ano de nosso jubileu de prata recebemos isso como premiação, já trabalhei em multinacional e lá davam viagens e ate relogios de ouro personalizados, como deixei para entrar no fisco não tive nenhuma premiação, alias pelo contrario, hoje estamos passando por essa desvalorização e humilhação de sermos assim tratados, sem ao menos considerar que piorara e muito todo o trabalho e arrecadação, fragilizados por deslocamentos, ameaças de contribuintes, essa reestruturação está na contra mão de toda modernização e melhora da arrecadação

  15. Sérgio Rocha Lima

    Eu achava que no máximo uma delegacia fechada seria absorvida por uma outra delegacia vizinha! Pelo visto, parece que não é bem assim! Se for do jeito que agora estou entendendo, acho essas medidas temerárias!
    Como se não bastasse o congelamento por 30 meses de direitos nossos para adequar-nos a lrf(sendo que a análise dela é quadrimestral), ainda vão colocar auditores com 24 anos de profissão ou mais, para ‘rodar’ o Estado a cada mês, podendo em tese, um fiscal ter que se deslocar por ano por mais de 6.000kms internamente?
    E as famílias dos fiscais? E os laços de amizade e de vizinhança sendo fragilizados mês após mês? E o risco de tais deslocamentos? E o desgaste físico?
    Houve ao menos algum estudo sério que sugerisse algum benefício? Porque os representantes fiscais não foram chamados para dar suas contribuições?
    Eu tenho 50 anos e estou adoecido, mas, conheço colegas com mais anos vividos com doenças debilitantes, e sei da quase impossibilidade de suportarem tamanhos esforços. Nem eu mesmo sei se aguentarei, se colocado neste regime!

  16. Geraldo Pereira de Oliveira

    Moro a 8 km do Posto Fiscal Bezerra, 20 do P. F. Novo Alegre e a 250 km do p. F. Duas Pontes, o mais longe. Imagine eu ter que tirar escala no P. F. Estreito, a aproximadamente, 1.000 km. 3 escalas em um mês, são 6.000 km rodados em um mês ida e volta. Será que terei energia para produzir alguma coisa? Com certeza, não. Além do perigo das estradas. É uma atitude sem classificação. Simplesmente insana. Não há outro motivo para tal, a não ser perseguição.

  17. NILSON JAIME

    Estou estupefato.
    Prestes a me aposentar, ter que me submeter a um regime de deslocamentos que nada acrescentará ao Estado, pelo contrário.

    Vejo as medidas como perseguição, gratuita e rasteira. Essa é a paga por 25 anos de serviço. O presente que a Sefaz nos da em nosso Jubileu de prata como servidores.

    Esperemos que o governador não se omita e seja sensível quanto às escalas e lotações.

    Contamos com seu empenho, professor Wanderley, e de toda a diretoria da Asfeto.

  18. Nelson

    Acredito q enfim chegou a hora de união entre as entidades de classe do fisco tocantinense. Chegou a hora de esquecer o velho rancor entre sindicato e associação, esse é o momento de vermos um fisco coeso num só propósito pois o que querem é nos desmontar, desmoralizar, humilhar. Essas supostas medidas em nada acarretará aumento de arrecadação tributária, na verdade visa dificultar a vida dos “AFAS” e “AGAS “. Certamente os ARES devem está loucos de felicidade, agora sim eles vão se ferrar, não vão ter descanso e ainda vão trabalhar ainda mais longe de suas casas e insatisfeitos. (Devem está pensando)
    Proponho que os diretores das entidades q não aceitam essas medidas q sentem à mesa num diálogo fraco e sem vaidades e q marchamos juntos em prol da nossa categoria e aí sim seremos ainda mais fortes
    Essa é minha humilde sugestão aos diretores do nosso sindicato (Sindifiscal) e da associação (Asfeto).
    A hora é agora !!!

  19. Héber

    É como comentou um certo colega. São medidas que vem a obrigar a muitos optarem por sair fora dessa quizumba. Melhor o pouco, do que ficar refém de uma minoria que só quer é criar encrenca. Vou apressar minha aposentadoria.

  20. Carlos Freire

    É de regra geral que toda mudança de governo traga consigo o seu plano de trabalho, sua nova equipe que irá ajudá lo na condução dos trabalhos.

    Mas não consigo entender esta centralização de atividades por parte da Secretaria da Fazenda ,uma delas é a escala de serviço.

    Penso diferente em relação a isso. Quando estava a frente dos trabalhos fiscais na regional de Taguatinga e tb na elaboração das escalas de serviço procurava de forma democrática atender os pedidos dos colegas, pois no meu raciocínio, onde o colega se sente bem é lógico a produção dos seus trabalhos se multiplica em detrimento deste novo conceito.

    Mas acredito fielmente que estes gestores irão refletir, e rever parte dessa nova reforma administrativa.

    Erros podem acontecer, mas permanecer nele não é atitude inteligente!

  21. Robispierre Xavier

    Historicamente os ex-AFAS e AGAS, são alvo de todo tipo de maldade. São 25 anos desse jeito. Muito do que eu tinha a dizer aqui, foi muito bem pontuado pelo colega Dilson Humberto.
    A arrecadação em gráfico crescente a vários anos; metas de arrecadação sendo superadas todos os meses; paradoxalmente as condições de trabalho são ridículas, com os postos fiscais caindo aos pedaços, sem segurança, insalubridade, risco de morte, parque tecnológico arcaico, internet que não presta, entre outras mazelas.
    Não fosse as associações que existem nas regionais, quem tem cumprido papel que é do Estado, estaríamos dormindo no chão, cozinhando numa trempe a lenha, sem geladeira, sem nada. Até os leitores ópticos utilizados para efetuar registro de passagem de Danfes, estão acabando e nada é feito.
    A pergunta é: qual o propósito de uma medida esdrúxula dessa? Nada além de perseguição e humilhação. Ao invés de investir em tecnologia de ponta, reciclagem e treinamento do pessoal, aparelhamento da máquina arrecadadora, opta-se por massacrar o material humano que é o mais importante nesse processo.
    Mas saibam: não ficaremos de braços cruzados!

  22. Antônio de Pádua Messias

    Essas medidas são castigo , repreensão infundadas ,injustficaveis e desnecessárias com nossa classe. Essas medidas devem ser tomadas em prisões e penitenciária onde existe bandidos , ladrões etc.

  23. Claudio murilo

    Essa reestruturação é a inversão da famosa pirâmide que se usa para demonstrar varias divisões, a base da pirâmide sempre deve ser mais larga, a ponta sim bem mais estreita, a base representa os auditores, coletorias, delegacias e afins, a ponta o secretario, no meio as gerencias coordenadorias e afins, se tentar virar a pirâmide com a ponta pra baixo ela não ficará em pé, isso que está querendo implantar, sem desmerecer nenhum outro cargo quem segura essa pirâmide são os delegados supervisores e auditores que atuam na fiscalização, depois vem ajudando e muito no suporte os demais cargos até chegar no secretario que é o cabeça e quem dita as ordens, sem a base não há pirâmide, espero que eles reflitam muito sobre isso, fisco não é despesa é receita

  24. JOELMA DIAS BATISTA

    Inadmissível essas mudanças acontecerem na calada, na surdina, para somente prejudicar os auditores fiscais. Não entendo, como pessoas esclarecidas do nosso meio, aceitem essas mudanças. É hora de todos que estão colaborando com a administração por a disposição seus cargos. Ninguém vai aceitar isso de braços cruzados. Nossa escala não prejudica nenhuma administração. Vamos dar um basta!
    É inconcebível nesta altura do campeonato rodar todo estado.

  25. Jorgeano

    As medidas hora adotas pelo o governo em relação aos trabalho dos auditores fiscais , nao atendem as necessidades do estado no sentido de melhorar a arrecadação , mas pelo contrário, promovem desgastes físico , emocional e econômico além dos riscos de acidentes nas estradas devido as longas viagens varias vezes no mês até chegsr aos poatos de fronteiras . É inconcebível que o governo do Tocantins, nao se sensibilize e leve a cabo a execução de tais medidas , uma vez que, o quadro de auditores tem sua maioria acima dos 50 anos, todos ja, fisicamentes debilitados pelos anos e com sua saúde comprometida.

  26. Isaque Cairo

    Por fim, estejamos atentos ao que se mostra oculto.

    Refiro-me a perda de status de 7 Delegacias Regionais de Fiscalização, onde não houve nenhuma redução de despesas além de limar as parcas gratificações de dois gerentes ( administração e arrecadação ).

    Nessa REPHORMA para onde se olha , só se encontra furos, vazamentos, amadorismo e alguém querendo bancar o aprendiz de feiticeiro.

  27. Isaque Cairo

    “Pai, afasta de mim esse cálice…”

    Como beber dessa bebida amarga?
    Tragar a dor, engolir a labuta?
    Mesmo calada a boca, resta o peito
    Silêncio na cidade não se escuta
    De que me vale ser filho da santa?
    Melhor seria ser filho da outra
    Outra realidade menos morta
    Tanta mentira, tanta força bruta

    Tive que apelar ao poeta Chico Buarque, pois os textos dos colegas já dizem absolutamente tudo.

    Mas pasma até a mais tosca concepção o que os chefetes de plantão sacam de suas cartolas a cada nova gestão, sempre no intuito de perseguir, humilhar e desmoralizar os antigos AFAs e AGAs ( nomenclatura tão grata aos que se consideram príncipes ungidos pelo destino, nossos queridos AREs ).

    Confirmam a cada nova etapa a máxima do Salmo 42 – Abyssus abyssum invocat. Necessário apelar para o latim diante de tantas desgraças perpetradas contra quem ao longo de duas décadas e meia , mourejam nos piores e mais longínquos recantos deste imenso Estado, nas mais abjetas condições de trabalho para garantir a superação de metas cada vez mais altas e anacrônicas. Talvez o latim, por ser a língua em que se expressa Satanás, seja realmente a mais adequada.

    PERSEGUIÇÃO….não há outra palavra educada a ser utilizada para o atual des-Estruturação da SEFAZ. Levada a cabo após ser urdida no breu das tocas, sem a participação das entidades representativas da classe e a revelia das boas práticas da moderna Administração Pública.

    Fere a dignidade humana, fere o princípio da Eficiência, fere o princípio da Razoabilidade, fere o princípio da Legalidade , fere o princípio da Moralidade e fere mortalmente o ambiente organizacional, premissa básica a qualquer acadêmico de Administração.

    Não haveremos de nos curvar, nem a capatazes e nem a senhores de escravos, ainda que docilmente o povo brasileiro tenha se curvado ao mais canalha de seus “líderes” , devemos demonstrar nosso brio, nossa ombridade e defender nossa dignidade em todos os campos, postando-nos contra todos esses retrocessos.

    LIBERTAS QUAE SERA TAMEN !!!!

  28. Claudio murilo

    Historicamente houve melhora no desempenho da arrecadação após descentralizar o poder de decisão abrindo novas delegacias, fechar essas mesmas é retrocesso, não economia, nem modernização, fecha umas e sobrecarrega as outras, mudança do local de fazer as escalas, outro erro que ainda não perceberam, só a delegacia conhece cada integrante e qual melhor escala que essa pessoa produz, comando volante, posto fixo, auditoria, e fatiar a escala outro erro, pois uma escala só no mês melhorou ate a arrecadação , pois o auditor começa e termina uma ação fiscal sem necessidade de passar pra outra ou ate outras escalas, a continuidade do serviço só é benefico, pois essa tal reestruturação não trará economia nenhuma, disso a adm tributaria pode ter certeza, o enfoque tem que ser aumento arrecadação e estruturar os postos fiscais, pois há muito trabalhamos sem a devida segurança de policiamento, então acho que os gestotes deveriam rever todas essas questões se a receita melhora mês a mês o que falta é estruturar ainda mais o fisco e não mudar o modelo de trabalho, sei que esses gestores irão ver que realmente temos razão e conhecimento do que falamos e voltarão ao status quo do fisco antes da edição da MP 02, somos o fisco e queremos o melhor pra nossa casa, pois todos temos 24 anos de serviços prestados e queremos melhorar ainda mais nossa casa

  29. Laibnis Rodrigues

    Acredito que pelo simples fato de estarem ocupando cargos “provisórios” de confiança, são pessoas altamente capacitadas e competentes. Lamento que mentes como essas não estão sendo usadas para melhorar às condições de trabalho dos servidores, para criar meios de equipar a máquina administrativa e proporcionar mais eficácia na arrecadação de impostos.
    Repudiamos veementemente tais medidas e já estamos prontos a guerrear!

  30. Aparício Vieira da Fonseca

    É amigos e colegas, tendo em vista o que os nossos administradores estão querendo
    Implantar , sem o consentimento e ou consulta a maioria, demonstra falta de assessória
    E ou despreparo. Tendo em vista tudo que os nobres Amigos disseram e que é a pura
    Verdadede, portanto digo de coração aberto que não vamos aceitar de braços cruzados,
    e que se necessário for vamos para luta. E que deus esteja com cada um de nós.

  31. Todas as vezes que há novo secretário de fazenda, há também intimidação dos antigos AFRE’s III, com ameaças de mudanças nas escalas, mudanças de estrutura administrativa, sempre com viés de prejudicar a nossa categoria, nunca para melhorar, aprimorar, otimizar, não só condições de trabalho, mas a própria arrecadação estadual… por que será?
    Seria obra do Espirito Santo ou seriam esses secretários, adivinhos, sabedores antecipadamente, que todas as mazelas do fisco somos nós, plantonistas diuturnos de nossas longínquas fronteiras?
    Evidentemente, o novel secretario recebe essas informações assim que toma posse, pois não? Não precisa ser adivinho, profeta ou vidente, para se perceber que rotineiramente, estamos sendo vítima de complô, maquinação explicita, para nos prejudicar…. basta usar a lógica, a razão!
    Antes de o secretario tomar posse, cremos, já chegam os eternos maquinadores para nos difamarem, e escusando-se de suas obrigações quais poderiam fazer muito mais, se apossarem de cargos na estrutura da Sefaz, para manipularem a secretaria a bel prazer de acordo com suas conveniências ou proveito. Ora, está na hora de por termo a esse modus operandi, perfídia, intriga e difamação, não jogamos pedra na cruz e não somos os judas da estrutura de arrecadação, pelo contrário, desempenhamos nossas funções com desprendimento e denodo, ademais, nunca usamos nossa estrutura representativa para tentativa de manipulação classista.
    A pergunta que não quer calar: a quem interessa essa situação? Por qual motivo? O que ganham com isso? O que há por trás disso tudo?

  32. PAULO JOSÉ LIMA DA SILVA

    Enquanto o Governo do Estado do Tocantins busca a contenção de despesas, para que se cumpra a Lei de Responsabilidade Fiscal, diminuindo custos e congelando os Direitos dos Servidores Públicos por 30 meses; é assustador e sem o propósito de ter êxito essas medidas adotadas pela Administração Tributária da SEFAZ-TOCANTINS. Como se quer congelar as Receitas dos Auditores Fiscais, e por outro lado ocorrerá um aumento significativo das Despesas juntamente com o desgaste físico e mental com os deslocamentos longínquos e sem previsão de onde estarão nos meses seguintes. Tudo isso só trará falta de estímulo para a execução de nossos trabalhos e em consequência uma menor possibilidade de atingir as Metas programadas para tal intuito. Até parece que não saibamos o tamanho territorial do Estado do Tocantins. Ocorrerá que teremos um maior perigo nestes deslocamentos, bem como o aumento do estresse e, com certeza, as Ordens de Serviço serão cumpridas por Auditores Fiscais insatisfeitos, sem prazer em trabalhar e com o pensamento de que sempre poderá ser perseguido pelo exercício de suas funções, passando a trabalhar uma vez mais distante do seio de sua Família. Já se passaram quase 25 anos , e ainda tenho que mim deparar com esta forma mesquinha e constrangedora, de toda vez que se muda um Governo do Estado, aparece um “Senhor do Mal”, influenciando na mudança das ESCALAS DE SERVIÇO. O PIOR é que desta vez querem fazer de forma Centralizada e totalmente sem fundamento de que seja o melhor para quem irá cumprir suas ordens. Pelo jeito a Administração Pública do Tocantins está retrocedendo ao tempo do FEUDALISMO.

  33. Lúcio Lemos

    O que a Administração Tributária busca com essas medidas, incremento de arrecadação? Mas qual é esse índice de incremento que não nos foi informado, haja vista que mês a mês estamos superando as metas de arrecadação e isso com condições mínimas , sem segurança , carência de infraestrutura, sistemas de informática ineficaz e quadro reduzido, são os poucos itens que deveriam ser melhorados, caso o objetivo seja mesmo o incremento de arrecadação.

  34. Romero Callou de Alencar

    Se aceitar-mos calados e com o rabo metido entre as pernas, essa medida exdrúxula e sem sentido algum, que só tem por meta o escárnio da categoria, é porque somos mesmos merecedores.
    Chibatadas na bunda em pelo, será pouco pra tanta falta de hombridade e vergonha na cara!!!

  35. Arnaldo Pessoa

    Com certeza é um grande retrocesso, essas medidas que a Sefaz quer implantar.
    Deveriam estar tomando providências para resolver nossas demandas, principalmente melhores condições de trabalho, segurança nos postos fiscais etc.
    Acham que centralizando as escalas por Palmas e colocando os auditores pra rodar o Estado, irão aumentar a arrecadação? Ledo engano, vai haver uma queda significativa na arrecadação, visto que nós todos vamos trabalhar contrariados, por ter o nosso dia a dia revirado, tendo que mudar a nossa rotina de anos de trabalho.
    Merecemos mais respeito por parte da Sefaz, bem como do Estado do Tocantins, pois já são 25 anos trabalhando por uma arrecadação cada vez maior, sempre batendo as metas estabelecidas, apesar de não termos as melhores condições de trabalho.
    Enfim, vamos lutar bravamente contra essas medidas arbitrárias, que nada contribuem para o crescimento do Estado e consequentemente melhora na vida do povo tocantinense.

  36. Antônio Geraldo

    Bom dia.
    A matéria fez uma espécie de “tour” sobre a situação histórica do fisco Tocantinense, apontando agora esta atual anomalia, e como eu disse,um breve relato histórico, mostrando a deficiência do estado em crescer,justamente por adotar considerações sobre coisas que deveriam ser pétreas e assim tomar medidas como as atuais,uma vez que sempre ao longo dos anos vem aleijando seu braço direito,sua concha armazenadora,seu tesoureiro do cofre,o fisco. Como pode ,por exemplo,um protegido desqualificar seu segurança particular, desarmando-o ou tirando suas atribuições,ou um dono de construtora ,junto com seus gerentes e acionistas ,desmoralizar seu engenheiro e suas valiosas decisões técnicas e presenciais na obra? Concomitantemente a matéria elenca também a importância do auditor fiscal e mostra mais uma vez seu caráter técnico,democrático ,ao questionar o ocorrido e solicitar democraticamente canais de resolução. Eu concordo plenamente com a matéria e com os comentários acima,e vou mais longe : o estado só crescerá,mas me refiro à crescimento sustentável,se se unir ao fisco,fisco não no sentido confinado,de reuniões em salas,mas no sentido de quadro de todos e “ velhos” auditores pioneiros nos rincões destas planícies ,experientes por demais,envolvidos uma vida com a arrecadação neste estado ,e assim planejar metas e balizar as decisões do comando da SEFAZ. Claro ,o comando,como dito,não é obrigado a tal consideração ,mas o bem estar estabilizado e sustentável,este sim,será incrementado demasiadamente com esta valorização. Não sei se em outra UF ocorreu uma desconsideração também com o fisco ,não sei de nada a respeito . E ainda vou mais longe,uma Lei orgânica ,bem discutida e elaborada,traria muitos ,muitos frutos ao povo ,e consequentemente ao governo ,a secretaria ,a todos,pois como pensar que um fisco forte,amparado,mas sempre guiado e limitado pelos rigores de força maior,como a legalidade e obrigações que deve seguir,pode ser ruim para o estado,para a sociedade? Antes é um guardião . Sem este guardião,ou com ele deteriorado,alvejado por todos os lados,há de se surgir alguém para suprir a lacuna,e a história mundial tem mostrado que isto não resolve,não é democrático e acaba por arruinar o estado,a democracia,as instituições,a sociedade,até o último grau.
    Que a luz estejam nas mentes dos auditores,do secretário,dos nossos chefes,do governador,e que tudo isto se equalize,e se for para aprimorar,melhorar,que seja discutindo e fortalecendo o fisco ,assim chegando numa meta ótima ,para o bem geral.

  37. Juraci

    Bom dia a todos. Excelente texto da diretoria da Asfeto.
    Temos conseguido superar as metas estipuladas pela administração da Sefaz mensal e anualmente por um longo período, sem a necessidade de “esfolar” o contribuinte. Dentro das características de nosso Estado (agrícola e consumidor), mantemos a coerência de Arrecadar com eficiência o que nos é permitido pela lei. A mudança estrutural que está a ser implantada pela Sefaz, opinião de quem está no campo há quase 25 anos, não trará benefícios de aumento de arrecadação, pelo contrário, a insatisfação do material humano (auditores fiscais) é evidente, pois o deslocamento a qualquer local dentro do estado e mudança de escala não produzirá efeitos positivos. Nesse tempo que aqui estamos, fomos forjados e nos “especializamos” em determinada área, fizemos nosso “ambiente de trabalho” no espaço em que fomos locados e cada auditor com sua particularidade, deu o melhor de si para o aumento da arrecadação. A administração que está agora no comando da Sefaz (e isso é passageiro, todos sabemos), mantendo essas modificações, não trará benefícios ao Estado do Tocantins, pelo contrário…

  38. Marcos Maciel

    O sentimento é de desolação, tristeza e decepção com o governo, sim, pois tudo que essa categoria não merece é castigo. Em função da “tal” reforma administrativa que em alguns aspectos só trará insatisfação e descontentamento ao quadro do fisco. Em especial os colegas dos POSTOS FISCAIS que estão submetidos muitas vezes a condições de trabalho precárias (Insalubre e até com alto grau de periculosidade), inclusive arriscando a própria vida. A segurança nestas unidades fiscais já não se tem a muitos anos, ainda assim não deixamos de realizar nosso trabalho, diga-se de passagem com muito empenho, como se não bastasse estarmos relegado a própria sorte no exercício da função, o governo quer aumentar o calvário dos auditores com mudanças que em nada trará benefícios a máquina pública, aliás, muito pelo contrário. A nossa categoria está doente por força do trabalho e suas exigências, será que não é hora de recorremos as autoridades federais (MPF, por exemplo) sobre nossas condições de trabalho… ? A ASFETO é vanguarda do fisco tocantinense, sempre confiaremos nesta instituição. Estamos juntos nesta luta de corpo e alma. Avante Asfeto !

  39. Luciano ferreira

    gostaria de saber se foi feito um estudo sobre a arrecadação com esse modelo de gestão e que prove para os auditores o aumento dessa através de planilhas ou projetos elaborado por essa gestão. com certeza vários colegas terão dificuldades em arrecadar nesses locais mais distantes de suas regionais por falta de conhecimento regional e por isso será relatório e consequentemente baixar a arrecadação.

  40. Dilson Humberto de Santana

    Sinceramente não acho que seja um retrocesso, pois em minha opinião jamais houve valorização da categoria fiscal. Na verdade o que está na iminência de ser implementado na Sefaz nada mais é que a manutenção do “status quo”, qual seja, a velha conhecida e costumeira perseguição a nossa categoria, Qual a novidade? é assim, desde os primórdios do fisco tocantinense, desde 1994. Uma minoria de colegas que se julgam superiores e que pretendem se perpetuar no poder realizando seus joguinhos e projetos pessoais, em detrimento da imensa maioria dos auditores e por conseguinte do Fisco como um todo. Não entendo o que estas pretensas modificações refletiriam na economia ao Estado, tampouco quais seriam os incrementos na arrecadação a justificar tamanho disparate. Desgraçadamente, tais atitudes só tem o condão de gerar ainda mais insatisfação em uma categoria aviltada e já cansada de tantos desmandos. Ou será que já não é o bastante termos que devolver parte de nossos salários, não progredirmos na carreira e nem sequer ver um centavo de aumento em nossos soldos, sequer a título de reposição inflacionária anual. Não, não é o bastante, vamos colocar os auditores para rodar o Estado, vamos aumentar suas despesas e desestruturar suas vidas pessoais, vamos humilha-los ainda mais, pois mesmo assim continuarão a cumprir as metas de arrecadação, devem ter pensado os “colegas”, verdadeiras sumidades que fazem parte dessa atual administração. Conclamo a todos os Auditores Fiscais que lutem e não permitam que isso ocorra, pois caso essas medidas se efetivem será o golpe de misericórdia em nossa já sofrida e desprestigiada categoria.

  41. Daniel Rocha

    Uma medida centralizadora que tira a autonomia de cada regional com suas características peculiares e em nada acrescenta no aparato fiscalizatório.

  42. Maria Alves de Paula

    Estou indignada com as possíveis decisões a serem tomadas pela nossa Secretaria. Esperava sim , melhorias de condições de trabalho e mais humanização do sistema para que assim , pudéssemos trabalhar com tranquilidade e dedicarmos ainda mais ao nosso trabalho produzindo cada dia mais em arrecadação para o crescimento do nosso Estado. Infelizmente o que está previsto, são medidas que só nos prejudicam e nos deixam sem nenhuma perspectiva de realizar o nosso trabalho com dignidade. Realmente, vejo como um verdadeiro sucateamento do nosso trabalho.

  43. SELMO NUNES PEREIRA

    Sem dúvida nenhuma essas ações desrespeitosa a toda classe fiscal por parte da SEFAZ caracterizam um retrocesso nunca antes vivido em nossa história de fisco tocantinense.

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