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MAIS UM ATENTADO CONTRA SERVIDORES DO FISCO NO PF COUTO MAGALHÃES

 

IMG-20171010-WA0021-1IMG-20171010-WA0016-1Na madrugada desta terça-feira, 10 de outubro, o Posto Fiscal de Couto Magalhães sofreu um atentado, elementos ainda não identificados atearam fogo na viatura da ADAPEC que estava estacionada no fundo da Unidade Fiscal (vejam imagens no final da matéria)

Os servidores que estavam de plantão estão em total desespero, assombrados com o ocorrido, clamam por segurança e policiamento ostensivo neste importante local de trabalho, que há vários anos se encontra sem apoio policial para execução das atividades de fiscalização.

INSEGURANÇA NAS UNIDADES FISCAIS

Não é a primeira vez que Postos Fiscais sofrem atentados e atos de violência, o  principal  Posto Fiscal do Estado, Talismã, já foi assaltado 03 vezes com servidores feitos reféns e alojamento metralhado por bandidos.

O mesmo ocorreu em outubro de 2016 com o Posto Fiscal Levantado da Regional de Taguatinga, onde o prédio e viatura da unidade foram completamente alvejados por tiros de pistola ponto 40. O colega que estava de plantão por pouco não foi atingido, traumatizado nunca mais trabalhou em postos fiscais.

Ademais, importante ressaltar o ocorrido com colega auditor fiscal  que foi vitima de assalto e agressão física no extinto posto fiscal Garganta. Outro colega no exercício da função, também foi agredido ao realizar um trabalho de conferencia de gado em uma fazenda  próxima ao posto fiscal de Novo Alegre. Pasmem! Após a agressão continuou sendo ameaçado, tendo de mudar de regional, talvez, para não ser morto. Um supervisor da mesma regional teve de ser transferido por motivação semelhante.

São inúmeros os Boletins de Ocorrências por desacatos, agressões e ameaças de contribuintes aos auditores fiscais em serviço.

CONDIÇÕES DE TRABALHO, INSALUBRIDADE E PERICULOSIDADE

Nossa Associação é pioneira na defesa da atividade de risco, insalubridade e periculosidade nos nossos locais de trabalho.

Diversas medidas administrativas e/ou judiciais que ainda estão em trâmites, amplamente divulgadas em nosso site,  já foram adotadas requerendo o reconhecimento por parte da Secretaria da Fazenda e da Administração no que tange à insalubridade e periculosidade nas unidades fixas e móveis de fiscalização da Secretaria da Fazenda.

BATALHÃO DE POLICIA MILITAR FAZENDÁRIA

A ASFETO sugeriu à Secretaria da Fazenda desde a gestão do ex-secretário José Jamil, a criação do Batalhão da Policia Militar Fazendária, com exclusividade para a segurança e garantia da integridade dos Auditores e servidores dos Postos Fiscais e Comandos Volantes de todo o Estado.

As atividades de fiscalização apoiadas por este batalhão nos Estados que optaram por esta medida, tem sido de resultados expressivos na arrecadação, controle das mercadorias em trânsito e do fortalecimento do fisco estadual, aumentando assim a percepção do risco e o combate à sonegação e evasão fiscal.

Afinal, uma fiscalização forte e valorizada demonstra o respeito, comprometimento e responsabilidade do Estado perante seus servidores e sociedade tocantinense.

IMAGENS DA VIATURA :

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4 Opiniões

  1. Boa noite colega!
    A redução no salário na folha de setembro de 2017 trata-se do corte constitucional vinculado ao subsidio do governador. Na verdade a reposição concedida foi da última parcela do acordo da data base de 2016.
    Além da inconstitucionalidade da adoção do subsidio do governador como subteto, o governo congelou o subsidio, por isso nossa devolução aumentou.

  2. SÉRGIO ROCHA LIMA

    Bom dia! Apesar de ter trabalhado em posto fiscal e ter direito ao adicional noturno,o dito cujo(adicional noturno) não veio e mesmo com a terceira parte da data-base, o meu salário líquido pago em outubro/2017,veio uns mil reais a menos do que o mês anterior a ele! Alguém pode me explicar o que está havendo? Que reposição é esta de quase 6% que fez diminuir meu salário,mesmo trabalhado com o mesmo rendimento e em postos fiscais? Será que o exmo governador não reajustou o seu salário pela data-base e eu tive que devolver aproximadamente mil e setecentos reais,por passar do salário do exmo governador do Tocantins? Mas , sendo o meu salário líquido reduzido em mais de mil reais,isso não configura infração constitucional de redutibilidade de salário? Sérgio Rocha Lima – 452418-1. Auditor fiscal do estado do Tocantins.

  3. aparicio vieira da fonseca

    Ainda bem que temos à ASFETO, que trabalha diuturnamente em busca de nossos direitos.
    já as condições de trabalho, é do conhecimento de todos quanto ao quesito: periculosidade e insalubridade, que deveria ser um direito liquido e certo, ainda estamos no aguardo.
    Isso pois, após tantos acontecimentos trágicos, estamos a mercê da sorte, não temos segurança nos postos Fiscais e maioria das unidades móveis.

  4. Robispierre Xavier

    Repito, mais uma vez, o que sempre tenho dito acerca dessa irresponsabilidade e omissão do governo, da covardia da diretoria do Sindifiscal e até mesmo da falta de pulso da categoria em tomar alguma decisão paredista nesse sentido:
    Estão aguardando a morte de alguém nos postos fiscais do estado, para aparecer um monte de abutres sanguessugas, covardes, imbecis. Aí vai aparecer políticos, sindicalistas… muita gente querendo tirar foto com o defunto para fazer autopromoção, com o texto ensaiado “Nós sempre cobramos segurança e estivemos muito preocupados com essa situação nos postos fiscais do Tocantins. O Fisco merece todo respeito.” Palhaços!! Esse é o modus operandi.

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