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DOCUMENTÁRIO: CONDIÇÕES DE TRABALHO – DELEGACIA DE COLINAS

V – DELEGACIA TRIBUTÁRIA  DE  COLINAS

Esta regional possui 02 postos fiscais localizados nas cidades de Couto Magalhães e Pau D’arco, onde as escalas de serviços são de 7,5 X 22,5, e o quantitativo de 03 e 01 auditores, respectivamente nos plantões.

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Postos Fiscais
A) P F  COUTO MAGALHÃES
B) P F  PAU D’ARCO

A) POSTO FISCAL COUTO MAGALHÃES

Esta unidade tem um grande movimento de caminhões carregados de soja, milho e abacaxi, com registros de passagens de danfes de aproximadamente 4.000 por escala, segundo informações dos auditores. O posto fiscal está entre os 05 maiores e mais importantes do Estado.

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1. Pátio do posto está passando por reformas;

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2. Fiação elétrica externa  exposta;

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3. Iluminação do pátio da frente e do fundo do posto fiscal está muito precária (são 10 postes com lâmpadas queimadas), sendo: 04 postes de 3 lâmpadas e 06 de 2 lâmpadas;

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4. 05 Refletores estão queimados: 02  no letreiro que fica em cima  na frente do prédio e outros espalhados pela unidade;

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5. Fossa do esgoto está transbordando, necessitando de limpeza;

6. Não possui policiamento,  a sala da policia militar encontrava-se fechada e abandonada, e o mais absurdo é o número do telefone da policia na sala de atendimento para caso de emergências;

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7. A sala de atendimento possui 03 maquinas de computadores, mas somente duas funcionam (falta leitor de uma maquina e  o monitor não funciona). A unidade tem 03 auditores, mas sempre fica 01 sem atender no balcão devido à falta de computador, o que causa transtornos e acumulo de serviços aos demais;

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8. Falta ar condicionado na sala de atendimento (só tem 01) e CPD;

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9. A antena de internet foi instalada no piso da frente do posto fiscal;

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10. Banheiros com portas quebradas,  precisando de reformas. Vaso sanitário do banheiro externo não funciona corretamente;

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11. Em frente da sala de atendimento necessita de toldo e película de proteção para proteger o forte sol que bate no rosto dos auditores e dentro da sala, no período da tarde, refletindo e dificultando o trabalho. As telas dos monitores dos computadores estão com proteção improvisada para não haver reflexos e atrapalhar a leitura das telas;

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12. Pátio de conferência de mercadorias precisa urgentemente de reformas, e a porta do depósito de guarda de mercadorias apreendidas está emperrada e com defeito. Falta iluminação adequada no local;

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13. Rede de esgoto exposta;

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14. Mato muito alto no fundo da unidade;

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15. Janela da cozinha enferrujada e sem vidros;

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16. A unidade Necessita de pintura geral, reformas, reparos e revisão hidráulica e elétrica;

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17. Caixa central da rede de dados na sala de atendimento totalmente aberta e exposta;

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18. Ralo da caixa de gordura da cozinha  está entupido e exposto;

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19. Estrutura do pátio de conferência está cedendo;

20. Muitos móveis inservíveis dentro do posto fiscal;

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21. Infiltrações nas paredes e teto. Forro quebrado e caindo;

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22. Vaso sanitário quebrado;

B) POSTO FISCAL PAU D’ARCO

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1. Estrada que dá acesso à cidade de Pau D’arco está completamente destruída;

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2. Paredes e teto com infiltrações;

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3. Iluminação  precária. Poste com lâmpadas queimadas;

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4. Água que atende o posto é de cisterna, e já houve casos de encontrar sapos e insetos dentro da água;

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5. Portas quebradas e banheiros sem porta;

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6. Janelas sem vidros e enferrujadas;

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7. Banheiro com vaso sanitário com defeito,  não está dando descarga. Teto do banheiro com bastante infiltração, mofo e lodo;

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8. Unidade possui antena satelital, mas está sem internet;

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9. Vidro da sala de atendimento quebrado;

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10. Faltam lâmpadas nas luminárias;

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11. Marco indicativo do posto necessita de reforma e pintura;

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12. Necessita de mobiliário novo;

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13. Pia da cozinha quebrada;

14. Não tem policiamento;

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15. Não tem impressora e não possui documentário fiscal;

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16. Posto fiscal necessitando de pinturas, reparos, poço artesiano e revisão elétrica e hidráulica. Local com características de insalubridades.

Versão PDF:
V – Delegacia Tributária de Colinas – Documentário Asfeto (123 a 154)

Documentário completo em PDF:
Condições de Trabalho nos Postos Fiscais – Documentário Asfeto (Completo)

3 Opiniões

  1. É indignante ver o desmantelamento de nossas unidades. Tive a oportunidade de ser supervisor fiscal durante 3 anos do posto fiscal Couto Magalhães, no período de 1997 a 2000 há exatamente 17 anos, vejo com muita tristeza a calamitosa situação em que se encontra essa unidade.
    Na verdade houve uma omissão muito grande por parte da Administração Tributária (Sefaz), Sindicato e também de nós auditores, porque não podemos responsabilizar apenas essas instituições devido a sofrermos calados durante todo esse tempo.
    Por tudo isso e muito mais é que CONCLAMO todos os colegas para somarmos e fazermos uma grande corrente de luta contra o sucateamento, precarização e abandono de nossos postos fiscais e comandos volantes e, vamos exigir melhores condições de trabalho, policiamento, e adicional noturno e de periculosidade até que seja resolvida essas questões e, que sejam os temas de nossa próxima MOBILIZAÇÃO!!
    Alô, Alô categoria fiscal!! Vamos embarcar nessa luta!!
    Grande abraço

  2. RANDER OLIVEIRA

    Está claro o descaso do Governo com a Secretaria da Fazenda e em especial com as unidades de trabalho, Delegacia Tributárias, Postos Fiscais, Unidades de Atendimento ao Contribuinte. Se existisse ministério do trabalho que olhasse o lado do funcionalismo público teríamos muitos casos a comprovação da insalubridade, da total falta de condição trabalho, podendo chegar em alguns casos em condições sub-humanas de trabalhos.
    Delegacias fiscais – totalmente sucateadas, não há internet que possa atender as demandas do dia a dia, móveis e utensílios de trabalhos aos trapos, mesas quebradas, cadeiras sucateadas…
    Postos fiscais – parte estrutural em quase todas as unidades está uma lastima, pintura, piso, móveis, equipamentos, internet, cadeiras, mesas, …… chegando a ser vergonhoso para todos que trabalham nestes postos e até mesmo para os próprios contribuintes que utilizam essas unidades.
    Essa é a Secretaria da Fazendo do Estado do Tocantins, infelizmente!!!

    Parabéns ao nobre colega Wanderley, que tem realizado um trabalho excepcional mostrando e lutando por melhorias para nossa categoria.

  3. Dentre as nossas dificuldades, certamente, uma entre as quais mais me impressionou foi o movimento de caminhões atualmente no posto fiscal de Couto Magalhães. No período em que ficamos lá, o atendimento não cessou um só minuto e a fila de caminhões na espera. Carlos Peixoto e o bom Bueno na labuta. Unam-se a nós. Temos de mudar essa trágica realidade.
    Via disso, a estrada estava completamente destruída e na ida para o posto Couto Magalhães, um acidente com caminhão com a morte do motorista e outro acidente com três caminhões e um carro de passeio. Na volta um acidente com um caminhão que derramou sua carga na estrada desviando de buracos e um acidente entre dois veículos de passeio. Mentalizei para que os nossos colegas voltassem são e salvos para seus lares.

    Foi inevitável pensar na integridade física de nossos colegas. Parece uma roleta russa. Sinceramente, ao lembrar de seus familiares, que os aguardam aflitos, confesso que meu coração se apertou. Certamente eles não sabem todo o risco de morte que correm nossos colegas ao ir para o trabalho. E o que podem esperar esses familiares em caso de acidente com morte ou invalidez? Uma mísera e discutível aposentadoria em que certamente os empréstimos consignados a devorarão toda.
    Sombrio futuro. Será que precisará acontecer uma tragédia para que esse quadro que nos salta aos olhos mude? Nossa profissão é de indiscutível risco, e o governo deveria de imediato reconhecer isso, pagando adicional de periculosidade, concedendo via lei, a aposentadoria especial e melhorando drasticamente nossas condições de trabalho.
    Sim, ele pode.
    Basta querer e vontade política. Temos que procurar incessantemente o diálogo e mostrar nossas razões. Ninguém sabe o que o senhor calado quer.

    abs,

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