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Documentário: Condições de Trabalho – Delegacia de Paraíso

VI – DELEGACIA TRIBUTÁRIA DE PARAISO

A delegacia de Paraíso está a 60 km da capital, Palmas. Esta regional possui 02 postos fiscais com regime de escala de serviços de 7,5×22,5.

Postos Fiscais
A) P F ARAGUACEMA
B) P F CASEARA

A) POSTO FISCAL ARAGUACEMA

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1. Falta policiamento;

2. Não possui telefone no posto fiscal, apenas um orelhão;

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3. Iluminação precária;

4. Não possui cozinheira, mas tem 01 auxiliar de serviços gerais;

5. Só trabalha um auditor por escala;

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6. Possui internet satelital com velocidade razoável;

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7. Armário de cozinha muito velho e enferrujado;

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8. Móveis muito velhos, necessitando de novos;

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9. Paredes necessitando reformas, reparos, pintura geral, revisão elétrica e hidráulica;

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10. Pátio sem asfaltamento;

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11. Móveis, principalmente cadeiras, em estados totalmente inservíveis sendo utilizados na unidade. Necessitando urgentemente de mobília nova para a unidade;

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12. Antena satelital mal instalada quebrou o telhado, que provocou bastantes goteiras e água para dentro do posto fiscal;

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13. Portas enferrujadas e fiação elétrica e da rede de dados expostas e mal acondicionadas;

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14. Janelas do banheiro quebradas e sem vidros;

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15. Quarto sem ar condicionado;

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16. Rachaduras,  mofos e infiltrações nas paredes;

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17. Pia da cozinha muito velha e quebrada;

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18. Área de serviço de construção muito simples e escorada com madeira prestes a desabar e causar acidentes;

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19. Esgoto exposto;

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20. Forro desabando;

 

B) P F CASEARA

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1. Possui internet satelital, mas a velocidade está lenta prejudicando o bom andamento do serviço. Ao registrar mais de 10 danfes o sistema costuma cair,  sendo necessário iniciar leitura novamente;

2. Iluminação precária;

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3. Buracos no pátio;

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4. Muitas infiltrações, bastantes mofos e goteiras;

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5. Fiações expostas e paredes muito sujas;

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6. Paredes com rachaduras;

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7. Mobiliário em geral muito velho. Necessita de novos móveis;

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8. Precisam de pintura geral, reformas e revisão elétrica e hidráulica;

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9. Pia da cozinha velha e quebrada;

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10. Parede com grandes gotejamentos de água da chuva no teto do quarto dos auditores. Os auditores precisam por um balde para aparar a água para não alagar o alojamento. Unidade com características insalubres;

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11. Água da chuva escorre nas paredes pelo lado de dentro do prédio;

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12. Banheiro e deposito de mercadorias necessitam de reformas;

13. Não possui auxiliar de serviços e nem cozinheira. Trabalha 02 auditores por escala de 7,5 X 22,5;

14. Balsa funciona 24hs;

15. Falta policiamento.

Versão em PDF:
VI – Delegacia Tributária de Paraíso – Documentário Asfeto (155 a 181)

Documentário completo em PDF:
Condições de Trabalho nos Postos Fiscais – Documentário Asfeto (Completo)

6 Opiniões

  1. Cara colega Juscilene Maciel,
    Agradeço sua participação em nosso site, porque acredito que através do debate é que conseguiremos prevalecer o sucesso de nossas conquistas, e que a participação é o primeiro passo para a mobilização e reivindicação de nossas demandas junto à SEFAZ e governo.
    O documentário que fizemos espelhou inicialmente os postos fiscais, mas sabemos da alarmante situação das delegacias e agências de atendimento quanto as condições de trabalho. Tive a oportunidade de ser gestor (delegado) da regional de Taguatinga no período de jan/2011 a fev/2013 e lá juntamente com o gerente de administração, Kerito Soares, fizemos um mapeamento que foi a raio-x da regional. Levantamos os principais problemas de infraestrutura e condições de trabalho daquela regional o que originou na manutenção da escala de 7,5 dos auditores, onde o secretário atendeu nossa súplica através desse relatório, revogando a portaria que mudava a periodicidade da escala de serviços devido à falta de condições de trabalho.
    Dado à gama de problemas existentes fizemos o documentário das condições de trabalho nos postos fiscais através da Asfeto.
    Fiquei muito contente com sua opinião e convido você e a todos os administrativos a somar conosco nessa e em outras lutas, até porque nossa associação é dos funcionários do fisco e, sendo assim, inclui também nossos colegas administrativos, pois sabemos da importância desses profissionais na árdua tarefa da arrecadação e fiscalização.
    Grande abraço, e seja bem-vinda.

  2. Juscilene Maciel

    Caro colega WANDERLEY NOLETO, parabéns pelo documentário, pois foi exposto apenas a realidade da dificuldade que enfrentamos para prestar um bom serviço aos contribuintes desse Estado, uma pena que voçe citou apenas os Postos Fiscais, em uma póxima oportunidade visite também as Agências de Atendimento, pois também passamos por situações precárias, tbm sou da regional de Paraiso, e lá temos sempre uma boa equipe e que trabalha com muita boa vontade, mas que também não pode nos atender 100% devido a falte de recurso, pois como já foi citado anteriormente: sem dinheiro se torna impossível atender a certas necessidades que enfrentamos no dia a dia. Quando o colega CAIO FRANÇA disse: ” Imagino que o contribuinte pensa assim: “Nem o governo dá algum valor para esse pessoal, por qual motivo eu teria de dar?”. Voçe não está equivocado não Caio, nos das Agências de Atendimento, que somos os de menor escalão dentro do Fisco, mas que é onde se fica cara a cara com o contribuinte no dia-a-dia, já ouvimos muito contribuinte dizer: “voçes são sem moral heim! nem uma impressora que preste vçs conseguem para estas coletorias, coisa de um valor insignificante desse p/ o estado no órgão que arrecada, o governo quer arrecadar não…”, isso quando não nos distratam com desaforos, pois têem que se deslocarem para uma cidade mais próxima que as vezes fica até 100km de distancia e sem falar na precariedade das estradas que enfrentam, para emitirem uma nota fiscal.
    Enfim, já enfrentamos dificuldades no acesso ao SIAT e as vezes qnd funciona, ficamos sem impressora e vice-e-versa. Instalações precaria, não é o meu caso pois trabalho num local razoável cedido pela prefeitura, mas tenho colega que precisa levar ventilador tds os dias de casa pois não tem um ar condicionado ou ventilador na Agência, com o nosso clima fica difícil trabalhar né, às vezes usamos nossa própria impressora qnd temos, pegamos de uma coletoria c/ menos movimentos p/ suprir outra c/ mais, afim de evitar certos transtorno nas agências, sempre com apoio da Regional, que de modo geral se desdobram fazendo o impossivel p/ nos ajudar, pois conhecem a realidade de cada coletoria, só precisavam de mais apoio financeiro para que resolvessem pequenas coisas que poderiam ser resolvidas por lá mesmo. Enfim são muitas as dificuldades que enfrentamos também.
    Fica o meu pedido: vamos juntar forças, não é política, é busca para melhor atender ao contribuinte que precisa dos nossos serviços. Sou apenas uma assistente administrativa que responde por uma Agência de Atendimento, não tenho tanta força, mas sei que se nos unirmos faremos a diferença e chegaremos até o nosso objetivo, pois, não estamos com politicagem e sim com compromisso pelo que fazemos e queremos fazer com boa qualidade, até para engrandecer o nome do nosso estado. Particularmente gosto do que faço e faço com amor, gosto das pessoas com quem trabalho sem excessão, só precisamos ser mais valorizados no sentido de apoio à condições de trabalho.

    em nome das agências, contamos com seu apoio também!
    obrigado.

  3. Juscilene Maciel

    Caro colega WANDERLEY NOLETO, parabéns pelo documentário, pois foi exposto apenas a realidade da dificuldade que enfrentamos para prestar um bom serviço aos contribuintes desse Estado, uma pena que voçe citou apenas os Postos Fiscais, em uma póxima oportunidade visite também as Agências de Atendimento, pois também passamos por situações precárias, tbm sou da regional de Paraiso, e lá temos sempre uma boa equipe e que trabalha com muita boa vontade, mas que também não pode nos atender 100% devido a falte de recurso, pois como já foi citado anteriormente: sem dinheiro se torna impossível atender a certas necessidades que enfrentamos no dia a dia. Quando o colega CAIO FRANÇA disse: ” Imagino que o contribuinte pensa assim: “Nem o governo dá algum valor para esse pessoal, por qual motivo eu teria de dar?”. Voçe não está equivocado não Caio, nos das Agências de Atendimento, que somos os de menor escalão dentro do Fisco, mas que é onde se fica cara a cara com o contribuinte no dia-a-dia, já ouvimos muito contribuinte dizer: “voçes são sem moral heim! nem uma impressora que preste vçs conseguem para estas coletorias, coisa de um valor insignificante desse p/ o estado no órgão que arrecada, o governo quer arrecadar não…”, isso quando não nos distratam com desaforos, pois têem que se deslocarem para uma cidade mais próxima que as vezes fica até 100km de distancia e sem falar na precariedade das estradas que enfrentam, para emitirem uma nota fiscal.
    Enfim, já enfrentamos dificuldades no acesso ao SIAT e as vezes qnd funciona, ficamos sem impressora e vice-e-versa. Instalações precaria, não é o meu caso pois trabalho num local razoável cedido pela prefeitura, mas tenho colega que precisa levar ventilador tds os dias de casa pois não tem um ar condicionado ou ventilador na Agência, com o nosso clima fica difícil trabalhar né, às vezes usamos nossa própria impressora qnd temos, pegamos de uma coletoria c/ menos movimentos p/ suprir outra c/ mais, afim de evitar certos transtorno nas agências, sempre com apoio da Regional, que de modo geral se desdobram fazendo o impossivel p/ nos ajudar, pois conhecem a realidade de cada coletoria, só precisavam de mais apoio financeiro para que resolvessem pequenas coisas que poderiam ser resolvidas por lá mesmo. Enfim são muitas as dificuldades que enfrentamos também.
    Fica o meu pedido: vamos juntar forças, não é política, é busca para melhor atender ao contribuinte que precisa dos nossos serviços. Sou apenas uma assistente administrativa que responde por uma Agência de Atendimento, não tenho tanta força, mas sei que se nos unirmos faremos a diferença e chegaremos até o nosso objetivo, pois, não estamos com politicagem e sim com compromisso pelo que fazemos e queremos fazer com boa qualidade, até para engrandecer o nome do nosso estado. Particularmente gosto do que faço e faço com amor, gosto das pessoas com quem trabalho sem excessão, só precisamos ser mais valorizados no sentido de apoio à condições de trabalho.

    em nome das agências, contamos com seu apoio também!
    obrigado.

  4. Robispierre Xavier

    O que o Ministério do Trabalho e o Ministério Público do Tocantins tem a dizer sobre todo esse material e sobre a realidade nua e crua do que foi documentado?

  5. Nossas instalações estão em estado de calamidade, penúria e sucateamento.
    Estou trabalhando atualmente na regional de Paraíso e o que vejo e ouço de nossos colegas é muito estarrecedor e preocupante, o que não é diferente das condições de trabalho de todas as unidades do Estado.
    Grande abraço,

  6. Com instalações no padrão demonstrado nessa regional, ainda que não seja pior que o de outras, é impossível que o auditor não se sinta mal e de qualquer forma desprestigiado, sem falar no grande risco para sua saúde.
    Imagino que o contribuinte pensa assim: “Nem o governo dá algum valor para esse pessoal, por qual motivo eu teria de dar?”
    Será que o Governador recém-empossado tem conhecimento dessa terrível realidade?
    Faremos chegar a ele nosso apelo e nunca, na história do tocantins, um governador teve tanto para fazer pelo fisco.
    Sabemos que o Governador Sandoval tem uma visão moderna de economia e sabe muito bem a diferença entre gastos e investimentos. Certamente é conhecedor que investir no fisco o retorno é mais que certo.
    De que adiantaria dar isenções, atrair empresas e incentivos fiscais se não se consegue policiar a receita? Seria a mesma coisa que tentar encher um jacá de bambu com água, quanto mais enche mais vaza!
    O pior de tudo isso é que todos sabemos que recursos a título de empréstimo para subsidiar as atividades fiscais é o que mais tem. Só podemos creditar essa situação à falta de inteligência, competência ou mesmo a má vontade.
    Não sou profeta, adivinho ou coisa parecida, mas creio sinceramente, que quando o Governador tomar consciência integral do que se passa no fisco, identificará, de plano e imediatamente, o maior gargalo de nossa receita, pois como já disse anteriormente, é safra de administradores modernos de nosso estado. Todas as nossas esperanças com ele!

    Abs.

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