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ASFETO faz requerimento ao Secretário da Fazenda para alterações no Redaf

REDAF-BRASIL-CopiaA Asfeto comunica seus filiados e a toda a categoria que na manhã desta segunda-feira, 30,  protocolou requerimento ao Secretário da Fazenda, Marcelo Olimpio, solicitando imediata alterações  na lei 1.209 que trata do  Ressarcimento de Despesas da Atividade Fiscal – REDAF.

Nossa entidade vem desde o ano passado empenhando esforços no sentido de reivindicar esse legitimo direito de nossa categoria e, que mobilizada está fazendo sua parte dessa mais que justa reivindicação.

A responsabilidade pelos pleitos econômicos é de obrigação sindical, mas na ausência ou omissão desse, a Asfeto  não se omitirá, justamente pelo fato,  de as  perdas já ocorridas, terem sidos notórias e demasiadamente prejudiciais ao fisco tocantinense, nossa entidade já vem desde o ano passado exigindo essa justa reivindicação. Essa velha estória de articulação em segredo não cola mais, não existe segredo classista. Isso é conversa para boi dormir.

A injusta falta de atualização e ajustes na lei,  valor mensal subdimensionado dessa produtividade, falta de comprometimento com a data do pagamento, o corte quando os auditores mais precisam dessa verba – momento em que estão de licença por motivo de saúde e ausência de índice de correção, entre outros,  tem servido de forte fator de desestímulo e desmotivação da categoria.

Sobre a correção, nossa proposta é clara: 30% sobre o valor do subsídio. Já tem precedente legal em nosso Estado e é injusto sejamos tratados inferiormente. Assim sendo não teremos futuramente o mesmo problema de ter de estar implorando reciprocidade por parte do Executivo Estadual. Poderemos nos dedicar a outros pleitos e demandas.

Vejam abaixo o oficio do requerimento e também a tabela com a devida atualização que a Asfeto vem fazendo desde o ano passado.

OFICIO-012-PROTOCOLADO-1OFICIO-PROTOCOLADO-012-2OFICIO-012-PROTOCOLADO-TABELA

5 Opiniões

  1. Só não entendo, Srº Governador, diretores do Sindifiscal, Secretário Marcelo Olimpio, porque adiar essa injusta situação em que se encontra nosso REDAF?
    Vejam:
    1 – Esse ressarcimento não faz parte do orçamento do Estado e sim de despesas do excesso da receita;
    2 – Está desatualizado há vários anos;
    3 – Tratar do assunto somente depois das eleições cheira muito mal e parece promessa de campanha;
    4 – A Asfeto fez com muito critério o mapeamento das condições de trabalho nos postos fiscais e os investimentos já deveriam há muito terem sido planejados, tendo em vista que o documentário foi entregue em março para o Secretário;

    Diante disso, fico a pensar, será que viveremos sempre tendo que aguardar resultados politicos?

    Vamos continuar nossa mobilização, afinal, estamos em “estado de greve”!!!! A LUTA CONTINUA!!!

    Grande abraço a todos!!

  2. Caio França de Oliveira

    TEATRO SINDICAL
    Forçados pela Asfeto ( como sempre) o sindifiscal providenciou logo uma reunião (e abundantes fotografias, é claro) para falar do Redaf e outros assuntos que vimos de público reclamando.
    É assim mesmo que deve agir dirigente sindical: quando todos estiverem gritando por ação, fazem uma reuniãozinha, tiram fotografias e mandam para a plebe ignara!
    É de se perguntar:
    E a Assembléia Geral anterior em que “bravos dirigentes” propagaram que seria “estado de greve” ? Qual era pauta? Estava na pauta perguntar se o governo queria pagar? Ou era uma assembléia de “mentirinha” ? Mentiras em Assembléia Geral? Que audácia!
    Perguntar ao governo se quer pagar? Estão de brincadeira! Só fazem alguma coisa empurrados pela Asfeto, mas precisam fazer melhor, essa farsa aí não convence mais ninguém.
    Que tal agir dentro da lei, mandar ofício dando prazo e aguardar a resposta e depois convocar assembléia geral como é de praxe? Ou não é o “momento certo”, “momento oportuno”? Esse momento será daqui a quatro anos? Se isso não for farsa, certamente, será brincadeira de mau gosto.

    Caio França.

  3. Robispierre Xavier

    Com eu disse em comentário anterior, não entendo as cabecinhas que pensam pequeno. Diretoria de sindicato existe para brigar (e muito) com o patrão (governo), pelos interesses da classe. Negociar, barganhar, vestir camisa de pelego em prol de interesses pessoais é indecente, imoral, inescrupuloso; é má fé, dolo, improbidade. Estamos falando de 500 famílias que dependem disso. Qual o interesse em fazer vistas grossas ao óbvio, se omitir, se esconder, fingir que faz e mentir? Ninguém é idiota. Só aquele que não quer ver a banda passar.
    É fato que não só o valor do nosso REDAF é insatisfatório, como também a Lei que o institui é obsoleta, sob todos os aspectos. Temos proposta mais bem estruturada e totalmente amparada por precedentes legais. Repito: achei a proposta apresentada pelo Sindifiscal, muito insossa, fraca, típica de quem se contenta com restos e raspas de tacho.
    Acordem, senhores diretores!!! O mundo está girando a uma velocidade assustadora e os senhores pedindo esmolas?

  4. Caros

    Colegas:

    Não somos preocupados com que outros servidores ganham. Somos preocupados com o que NÓS estamos ganhando. O fato de nosso pedido ser justo deriva do fato de já ter precedente, inclusive na área de fiscalização – Adapec, faz nosso pedido ser muito justo. Paridade, equiparação e paradigma de vencimentos. Não queremos privilégios, tampouco, sermos tratados inferiormente, principalmente por quê, arrecadamos para que todos possam receber.
    A omissão criminosa do Sindifiscal nos jogou no fundo do poço em termos de reivindicações e representação. As grosseiras manipulações da categoria em benefício pessoal de sua direção desmoralizou completamente seus antigos diretores, que para fatalidade dos representados, alguns permaneceram a qualquer preço, mesmo em prejuízo da ética e da moralidade, pois lançaram mão de vergonhosos artifício para seu continuísmo arraigado.

    A motivação para que assim procedam, certamente, terá como um forte componente, a ação jurídica das horas extras, que por incompetência e má-fé, travou-se no judiciário, pelo fato que alguns desonestos senhores, reivindicando receber suas comissões, colocaram nessa ação, pessoas que não tinham direito de recebê-las.

    Não adianta tentar calar-me à força, com ações, mentiras contra a minha pessoa. Há dez anos sou perseguido por essa trupe, no entanto, hora alguma me esmoreceu o espírito de luta.
    As calunias e difamações contra mim perpetradas servem de motivação para que continue a luta, e um dia, essa associação do mal, receberá a sua justa recompensa, por ao invés de cumprirem suas obrigações, perder tempo precioso e irrecuperável, na defesa de nossa categoria.
    Uma autêntica e repugnante inversão de valores.

    Como diz o Chico “amanhã será outro dia”!

    Abs,

    Caio França.

  5. Agora foi a vez de nossos colegas da Adapec saírem na frente e conquistarem o reajuste de seu REDAD (Ressarcimento de Despesas da Atividade de Defesa Agropecuária), vejam no diário de hoje, 30 de junho:
    file:///C:/Users/wanderley/Downloads/4158-30062014%20(1).pdf
    Vamos mobilizar a categoria e exigir nossas alterações em caráter de urgência!!
    O PDAF de nossos colegas administrativos da SEFAZ tem regulamentação que garante 30 % do ressarcimento e também 13º prêmio, e agora nossos colegas da Adapec foram contemplados (diga-se merecidas categorias).
    Resta a categoria dos auditores fiscais da receita estadual os devidos ajustes na lei do REDAF.
    VAMOS À LUTA!! TODA FORMA DE MOBILIZAÇÃO É VÁLIDA COMO MANIFESTAÇÕES, ABAIXO-ASSINADOS, PARALISAÇÕES, OPERAÇÕES PADRÕES,ETC., o que não podemos, dado à importância do fisco estadual, é ter tratamento diferenciado e viver com um prêmio de produtividade por metas de arrecadação totalmente defasado.

    Grande abraço a todos.

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