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A INVERSÃO DA REPRESENTAÇÃO!

o-discursoO que seria o inverso, o oposto, o contrário do adjetivo “representante”?

Devido a fatos ocorridos, relatados e fundamentados  pelo meu colega de diretoria,  presidente da Entidade, a respeito da ação judicial da PROGRESSÃO FUNCIONAL DA CATEGORIA FISCAL fiquei Curioso e compulsei nos dicionários o antônimo de “representante”, “representação” … Não há! Essa inversão não está prevista, nem mesmo em nossa  língua! Forçando a barra, achei algo como “(des)representante” por um bem-humorado escritor.

Como é de domínio público, também, de notório conhecimento da categoria fiscal, há muito o sindicato que se diz “legitimo representante da classe” tem se esforçado, bem além daquilo que poderia ser razoável, em prejudicar acintosamente, àqueles que diz “defender”.

Histórico sobre essa condição, não haverá de faltar, vejamos:  A postergação intencional do pagamento da 1ª ação das horas extras por expedientes recursais muito além do aceitável, a perda (muito provavelmente, intencional) da 2ª ação de Horas extras, o abandono dos colegas em postos fiscais insalubres e periculosos, acordos suspeitos sobre direitos salariais da classe, etc.

Via disso, a Asfeto, ancorada e sustentada  valoroso quadro associativo, sem qualquer alarde ou propaganda, vem  tentando cobrir essa lacuna, fazer o que esse mais que o lamentável sindicato por desídia e irresponsabilidade não faz, que é tentar proteger nossos direitos postergados, através de  medida judicial  saneadora e corretiva, que a bem da verdade, não nos tem faltado, devido ao excelente  quadro juízes e desembargadores tocantinense, pois vimos sistematicamente, alcançando êxito nos pleitos requeridos.

Pois bem!

Aí sói acontecer mais  um fato escabroso, tenebroso, digno de revolta mesmo, pois aqueles que deveriam conformar-se já com sua comprometedora  inercia, falta de atitude ou desrespeito para com a categoria, entraram com uma ação na justiça, decretadamente, para tumultuar o processo que a Asfeto vinha ganhando sobre nossas PROGRESSÕES  e quinta, 17-05, o dia que todos da categoria poderiam ser brindados com vitória, apresentaram extemporaneamente,  no julgamento TJ  uma “lista” ultrapassada e vencida que teria  relacionado quem de direito ao feito, somente para criar duvidas nos eméritos magistrados sobre o direito de cada profissional  em ascender na tabela! Evidentemente, diante desse fato novo apresentado de afogadilho,  optaram  por pedir vistas em um processo que em plenário já contava com voto favorável do desembargador relator e do MP e grande expectativa de sucesso. Por esse fato estranho e desabonador, foi postergado o julgamento,  jogando a esperança da categoria para um futuro incerto e duvidoso, devido ao momento político que se atravessamos em nosso Estado.

Mesquinharia, sujeira, deslealdade, covardia, canalhice … e por quê não dizer, “picaretagem sindical ou classista”?

Não fazem o trabalho que deveriam fazer e ainda prejudicam àqueles que o fazem

Não é demais afirmar que esse tipo de atitude está destruindo o Brasil e não será por outro motivo que já existe alguns presos originários da “Republica Sindicalista” onde imperava todo tipo de desordem e desonestidade: da intelectual-social à financeira, pois o caráter individual das pessoas se mostram na sua integralidade e quem não seja honesto em pequenos detalhes, certamente, não o será em outros, por mais impactantes que sejam!  Não têm o temor e o receio, dos justos e honestos!

Daí a origem de afirmativa na cabeça do Texto: (Des)representação sindical, ou A Representação do Mal?  

Caio França de Oliveira

Diretor Financeiro

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